Policiais militares decidem encerrar greve em Pernambuco
Após assembleia realizada na Praça da República, em Recife, em frente ao palácio do governo, os policiais e bombeiros militares decidiram pelo fim da greve na noite desta quinta-feira (15). "Paramos porque entendemos que a sociedade pernambucana não pode continuar sofrendo", disse ao G1 Joel Maurino, representante da classe. A Polícia Civil informou que, nas últimas 24h, 234 pessoas foram detidas, 102 delas em flagrante, desde que o reforço do policiamento foi iniciado em função da paralisação dos PMs. Entre os delitos registrados estão furtos, roubos, perturbação do sossego, porte ilegal de arma de fogo, dano qualificado, por exemplo. O chefe da Polícia Civil de Pernambuco, Osvaldo Morais, informou que foram computados 27 homicídios em todo o estado, de terça-feira até esta quinta.
Protesto contra Copa em São Paulo tem confronto com PM e depredação
Foto: Reprodução/ G1
Manifestantes entraram em confronto com a Polícia Militar na cidade de São Paulo, na Rua da Consolação, na noite desta quinta-feira (15). Um grupo de integrantes do protesto tentou furar o bloqueio dos PMs que acompanham o ato e o tumulto começou. A polícia reagiu com bombas de efeito moral. Uma pessoa ficou ferida durante a ação. A Concessionária da Hyundai na mesma rua foi depredada. Vidros foram destruídos e alguns veículos, pichados e quebrados. Na Rua Bela Cintra, manifestantes depredaram lixeiras e atearam fogo em sacos de lixo. A Tropa de Choque da Polícia Militar está no local. Informações do G1.
Quinta, 15 de Maio de 2014 - 19:54
Protesto contra Copa: Imprensa se retira após ser hostilizada por 'black blocs' e ato termina
por Luana Ribeiro/ Evilásio Júnior
Foto: Max Haack/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
O protesto contra a Copa do Mundo, realizado em várias cidades-sede do país, nesta quinta-feira (15), durou menos de duas horas em Salvador. Com baixa adesão desde o início, a mobilização dispersou totalmente após a marcha pacífica do grupo de cerca de 50 pessoas que partiu da Praça da Piedade ser impedido por policiais militares de chegar à Arena Fonte Nova e permeado por aproximadamente 10 "black blocs". Com a saída dos integrantes da passeata e depois de os manifestantes com rostos encobertos hostilizarem os repórteres fotográficos que cobriam o ato, a imprensa se retirou.
Repórteres concentrados no Campo da Pólvora | Foto: Tony SilvaSem mídia, a qual foi chamada de "golpista" pelos radicais, os próprios jovens vestidos de preto recuaram e partiram no sentido Piedade. Por medida de segurança, parte da PM seguiu atrás dos rebeldes e outra guarnição manteve o cordão de isolamento antes do acesso ao estádio. Embora soldados portassemarmas para balas de borracha e sprays de pimenta, a reportagem do Bahia Notícias não testemunhou ações agressivas da corporação.
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